Palestras

A próxima revolução da IA é organizacional.

Eu levo pra sua empresa o que a gente está vivendo por dentro: como profissionais e agentes de IA passam a trabalhar juntos, e o que muda no time quando isso acontece.

Guilherme Furlan de terno, com microfone, no palco do 36º EncontraRH, diante do telão com o título da palestra
Palco principal do 36º EncontraRH, Brasília, para cerca de 800 profissionais de RH.

O ponto de partida

A ferramenta chegou. O resultado ainda não.

A maioria das empresas já liberou IA pra todo mundo. Cada pessoa tem o seu chat, algumas usam bem, outras nem abriram. E quando a liderança pergunta o que mudou no trabalho do time, a resposta costuma ser vaga.

Pode ser que o problema não esteja na ferramenta. Os agentes são praticamente os mesmos pra todas as empresas. O que muda de uma pra outra é a organização: quem faz o quê, como o trabalho circula entre pessoas e agentes, e o que o time sabe em comum.

A palestra

Em que nível de IA sua empresa está?

Começo com uma história de xadrez. Em 1997, Kasparov perdeu para o Deep Blue. Oito anos depois, num torneio aberto, quem venceu não foi o melhor grão-mestre nem o computador mais forte. Foram dois amadores com três computadores comuns e um jeito melhor de trabalhar junto com as máquinas.

Um humano fraco, com uma máquina e um processo melhor, vence um humano forte, com uma máquina e um processo ruim. Lei de Kasparov

Dentro de uma empresa, o processo tem outro nome. Eu chamo de organização. A partir daí, a palestra apresenta um mapa com três níveis, pra plateia se localizar.

Nível 1

Uso individual

Cada pessoa conversa com a sua IA. É onde quase todo mundo começou, e onde a maior parte das empresas ainda está.

Nível 2

Times digitais

A pessoa para de escrever prompt e passa a desenhar agentes: papéis com responsabilidade, contexto e ferramentas, que trabalham sem ela no meio de cada etapa.

Nível 3

Organização híbrida

Os sistemas de pessoas diferentes passam a trabalhar entre si, e o organograma humano e o digital são desenhados juntos. Pra isso funcionar, eles precisam de memória organizacional.

Cada nível vem com um caso real do meu time, com o que funcionou e o que deu errado.

O que a plateia leva

  • Um diagnóstico de em que nível ela e a empresa estão hoje.
  • O próximo passo concreto pra subir um nível, sem depender de orçamento novo nem de ferramenta nova.
  • Um jeito de conversar sobre IA na empresa que sai de "vai substituir quem?" e vai pra "como a gente trabalha junto?".

Sob medida

Cada palestra é montada pra sala que vai ouvir.

A tese e os três níveis ficam. Mudam os exemplos, a profundidade e o ponto de chegada. Antes de cada evento eu faço uma conversa de 30 minutos com quem está organizando, e saio dela com quatro respostas:

  1. Quem vai estar na sala, e com que familiaridade com IA.
  2. Qual desafio a empresa quer que a palestra ajude a destravar.
  3. O que já foi feito com IA por lá, e o que não pegou.
  4. O que a plateia deve fazer diferente na segunda-feira seguinte.

Alguns recortes que já fazem sentido

Liderança e diretoria

Como decidir onde a organização entra, e o que muda no papel de quem gere pessoas.

RH e T&D

O que desenvolver no time quando parte do trabalho passa pra agentes.

Times comerciais e de operação

Do chat ao primeiro agente que tira trabalho repetitivo do dia a dia.

Eventos abertos e semanas internas

O nível 1 bem feito, com exemplos que qualquer pessoa aplica no dia seguinte.

Formatos

Do palco ao time.

Keynote

40 a 60 min

Presencial ou online.

Versão curta com conversa

20 min + 30 de perguntas

Bom pra café com clientes e encontros menores.

Workshop prático

3 a 4 horas

A plateia monta o próprio primeiro agente.

Programa pro time

algumas semanas

A palestra abre uma jornada com um grupo da empresa.

Onde já falei

Palcos e canais.

36º EncontraRH

Brasília, setembro de 2026

Palco principal, cerca de 800 profissionais de RH. Tema do evento: "O poder da consciência humana em tempos de IA".

Encontro com clientes Wellz e Wellhub

Brasília, setembro de 2026

Versão de 20 minutos com perguntas da plateia.

Podcast Ainda Humano

Wellz by Wellhub

Convidado do episódio 3.

Modo IA

newsletter semanal

Uso real de IA no trabalho, com 50 edições publicadas.

Quem fala

Guilherme Furlan

Sou diretor de estratégia e operações na Wellz, a solução de saúde mental do Wellhub, AI Ambassador Global do Wellhub, e respondo pelos projetos de IA da Wellz.

Eu não falo de IA como observador. Uso todo dia, treino times e lideranças e desenho, com o meu próprio time, a transição do nível 1 pro nível 3. A palestra é o relato disso, com os acertos e os erros no caminho.

A palestra abre a conversa. Pra empresa que quiser continuar, eu ofereço dois caminhos: a mentoria em grupo, pra um time aprender a montar os próprios agentes junto comigo, e o curso autoguiado, pra quem prefere ir no próprio ritmo.